sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
RECRIANDO NOSSA VISÃO DA NATUREZA E DO FUTURO
domingo, 19 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
MEUSPLANOS
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
DO EU PARA O NÓS
Após varias torres internas virem abaixo, aprendi a reconstruir a minha forma de amar.
O que antes era instintivo agora passa pelo crivo da razão, agora faço uma opção, se amo tomo decisões que implicam em tornar o amor possível, pois além da emoção que me invade eu sei que o amor é definitivamente a disposição em amar!
Dai para manter um amor, abro mão da minha liberdade, pois cada decisão minha afeta quem me ama, portanto não sendo mais um ser solitário, penso em nós e esse nós implica em grandes prazeres e grandes doações!
Ser nós é pensar que cada atitude minha vai afetar o meu companheiro, cada decisão terá consequência, não só na minha vida como também na dele.
Portanto agora a vida passa a ser uma liberdade relativa!!!
Com certa angustia, aceito que daqui pra frente, o meu caminho é dividido pela minha vontade com a vontade dele, que a minha alegria está ligada a dele,existe um nosso destino, que meus prazeres passam pelos prazeres dele e que assim nessa mistura de vontades e decisões vamos construir algo sólido!
Para essa nova etapa é necessário que meu amor também assuma esta postura , pois suas atitudes e decisões afetam a minha vida de todas as formas, quando se decide dividir uma vida e um destino entregamos não só nossas emoções ao nós, mas também nossa saúde!
E a nossa possibilidade de vida se torna agora , uma nossa possibilidade de vida, assim abro meu coração ao nós para que vivamos,uma nossa realidade , a realidade de compartilhar e se responsabilizar pela vida do outro.
O que antes era instintivo agora passa pelo crivo da razão, agora faço uma opção, se amo tomo decisões que implicam em tornar o amor possível, pois além da emoção que me invade eu sei que o amor é definitivamente a disposição em amar!
Dai para manter um amor, abro mão da minha liberdade, pois cada decisão minha afeta quem me ama, portanto não sendo mais um ser solitário, penso em nós e esse nós implica em grandes prazeres e grandes doações!
Ser nós é pensar que cada atitude minha vai afetar o meu companheiro, cada decisão terá consequência, não só na minha vida como também na dele.
Portanto agora a vida passa a ser uma liberdade relativa!!!
Com certa angustia, aceito que daqui pra frente, o meu caminho é dividido pela minha vontade com a vontade dele, que a minha alegria está ligada a dele,existe um nosso destino, que meus prazeres passam pelos prazeres dele e que assim nessa mistura de vontades e decisões vamos construir algo sólido!
Para essa nova etapa é necessário que meu amor também assuma esta postura , pois suas atitudes e decisões afetam a minha vida de todas as formas, quando se decide dividir uma vida e um destino entregamos não só nossas emoções ao nós, mas também nossa saúde!
E a nossa possibilidade de vida se torna agora , uma nossa possibilidade de vida, assim abro meu coração ao nós para que vivamos,uma nossa realidade , a realidade de compartilhar e se responsabilizar pela vida do outro.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Que tal recriar seu amor próprio
"E tô achando bom, tô repetindo que bom,
Deus, que sou capaz de estar vivo sem
vampirizar ninguém, que bom que sou forte,
que bom que suporto, que bom que sou criativo
e até me divirto e descubro a gota de mel
no meio do fel.
Colei aquele "Eu Amo Você" no espelho.
É pra mim mesmo".
(Caio Fernando Abreu)
Deus, que sou capaz de estar vivo sem
vampirizar ninguém, que bom que sou forte,
que bom que suporto, que bom que sou criativo
e até me divirto e descubro a gota de mel
no meio do fel.
Colei aquele "Eu Amo Você" no espelho.
É pra mim mesmo".
(Caio Fernando Abreu)
recriando a possibilidade de amar de novo
Então é assim, você tem que aceitar o fim , doi muito, mas como é a realidade não dá pra fugir..você sofre que acha até que não vale a pena continuar,
Afinal nessa altura da vida um amor assim tão forte, tão verdadeiro é muito delicado.
É diferente das paixões que você teve aos 20 ou 30 , agora parece um ultimo suspiro, dai é questão de sobrevivência que desta vez dê certo!
Mas não deu...fazer o que? morrer? viajar? Fugir seja lá como for da dor da desesperança? Da dor de nunca mais amar?
Porque no final é disso você tem mêdo que como seus ovulos
o amor também esteja nos seus ultimos representantes!
Sua juventude foi e ele roubou isso de você ...seus ultimos ovulos.
Então o que fazer...recriar uma força, uma nova forma de olhar os ovulos indo embora...
o amor indo embora...
a esperança indo..epaaaaa a esperança não!!!!
Segura essa porque é dela que você vai precisar
Invente uma esperança e olhe para os lados...
talvez você encontre alguem que te faça amar de novo...
parece impossivel , eu sei...mas tente, afinal qual a outra alternativa?
Afinal nessa altura da vida um amor assim tão forte, tão verdadeiro é muito delicado.
É diferente das paixões que você teve aos 20 ou 30 , agora parece um ultimo suspiro, dai é questão de sobrevivência que desta vez dê certo!
Mas não deu...fazer o que? morrer? viajar? Fugir seja lá como for da dor da desesperança? Da dor de nunca mais amar?
Porque no final é disso você tem mêdo que como seus ovulos
o amor também esteja nos seus ultimos representantes!
Sua juventude foi e ele roubou isso de você ...seus ultimos ovulos.
Então o que fazer...recriar uma força, uma nova forma de olhar os ovulos indo embora...
o amor indo embora...
a esperança indo..epaaaaa a esperança não!!!!
Segura essa porque é dela que você vai precisar
Invente uma esperança e olhe para os lados...
talvez você encontre alguem que te faça amar de novo...
parece impossivel , eu sei...mas tente, afinal qual a outra alternativa?
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Seguir um novo camnho assusta, gera ansiedade e mêdo do novo
porque o que desconhecemos nos parece sempre amendrontador?
Mas como tudo, na verdade é novo, cada dia é uma nova experiencia, mas
quando buscamos novos rumos tudo se complica porque perdemos a rotina.
Perder a monotona rotina que por vezes é destruidora de todo prazer trás consigo o mêdo
para isso gosto da visão de Lia Luft "Se não conheço os mapas,
escolho o imprevisto: qualquer sinal é um bom presságio."
porque o que desconhecemos nos parece sempre amendrontador?
Mas como tudo, na verdade é novo, cada dia é uma nova experiencia, mas
quando buscamos novos rumos tudo se complica porque perdemos a rotina.
Perder a monotona rotina que por vezes é destruidora de todo prazer trás consigo o mêdo
para isso gosto da visão de Lia Luft "Se não conheço os mapas,
escolho o imprevisto: qualquer sinal é um bom presságio."
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
domingo, 13 de dezembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
PENSAR É TRANSGREDIR

PENSAR É TRANSGREDIR
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
Lya Luft
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